Como gerenciamos o Vila Flores de forma colaborativa?

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A dúvida mais comum de quem conhece o Vila Flores é sobre como funciona a nossa gestão. Processos de economia colaborativa são ainda novos e experimentais, e é com muito teste e experiência que criamos o nosso.

Acreditamos que compartilhando esse conhecimento vamos ajudar mais projetos a desenvolver seu próprio método. Porque, longe de uma solução, o que podemos oferecer são ferramentas para facilitar a aplicação deste conceito. Vamos lá?

Mas, afinal, o que é colaboração?

Colaborar é o ato de construir algo ou alguma coisa junto a outra(s) pessoa(s). Isso não implica que atividades colaborativas precisem resultar necessariamente em produtos ou resultados finais.

Colaborar também é um processo de aprendizagem e de geração e compartilhamento de valor e sentido.

Pessoas que se reúnem e trabalham por determinado objetivo são pessoas que estão colaborando. Pessoas que se dispõem a aprender algo mutuamente e com foco no bem comum estão, também, colaborando.

E isso hoje em dia pode acontecer em diversos ambientes. O autor Evan Rose diz no livro “A Cultura da Colaboração” que esta acontece tanto no espaço físico quanto no virtual. Um dos residentes do Vila, o Hackerspace Matehackers, é um exemplo de comunidade colaborativa. São quase 300 pessoas que se organizam principalmente pela internet.

Um aspecto importante da colaboração são as relações e interações que se estabelecem, sejam entre indivíduos, organizações ou instituições.

As relações de confiança, reciprocidade, igualdade e de trocas justas são algumas das mais fundamentais nos processos colaborativos.

Se não há conexão entre as pessoas, não é possível existir colaboração.

Como está organizado o Vila Flores?

Aqui no Vila, a gestão de projetos, dos espaços e das atividades que neles acontecem está dividida entre 3 equipes e 9 núcleos:

A 3 equipes da gestão geral são:

* Administração e Imobiliário

* Arquitetura

* Associação Cultural Vila Flores

Administração e Imobiliário

A equipe de Administração e Imobiliário é composta pelos proprietários dos prédios e por outras três pessoas. Ela é responsável por gerenciar os aluguéis dos espaços fixos (as salas ou apartamentos dos vileiros) e pela manutenção deles. Atende os interessados em locação, elabora os contratos e recebe os aluguéis e taxas de condomínio. Coordena a limpeza dos espaços e a gestão dos resíduos. Também paga as contas, impostos e os fornecedores.

Arquitetura

Um corpo técnico de arquitetos compõe a equipe de Arquitetura, que é responsável por todo tipo de obra realizada nos prédios. Os arquitetos estão constantemente revisando e readaptando o projeto arquitetônico, levando em conta os usos e os desejos dos vileiros e dos frequentadores. Essa equipe tem ainda o desafio de equalizar as demandas de um prédio histórico que necessita de restauro e manutenção e as demandas atuais e futuras de um imóvel que está sempre se transformando.

Associação Cultural Vila Flores

A Associação Cultural Vila Flores é uma entidade sem fins lucrativos formalizada em 2014. Ela é responsável pelo gerenciamento das atividades (eventos, cursos, palestras etc.) que acontecem nos espaços comuns.

Além disso, a associação tem como objetivo a articulação junto ao poder público, à iniciativa privada e à sociedade em prol dos interesses da comunidade artística e criativa do Vila Flores, buscando promover a integração com a comunidade do entorno.

A associação é composta pelos vileiros, que pagam uma taxa de contribuição associativa todos os meses e participam das decisões sobre as atividades realizadas e sobre questões de infraestrutura dos prédios.

Núcleos

Em 2016, por iniciativa de alguns vileiros, foram criados núcleos focados em áreas específicas. Ainda estamos testando esse formato para entendermos qual a melhor maneira de trabalhar com ele.

Os núcleos são:

  • Artes
  • Educação
  • Segurança-TI
  • Negócios
  • Projetos e Eventos
  • Comunicação
  • Editais
  • Estrutural

O Vila está estruturado assim:

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Como se tomam decisões no Vila Flores?

Se já estava complexo, agora fica um pouco mais. Porque, diferente de algumas organizações mais tradicionais em que os processos são fechados em gavetas e a decisão final está concentrada em uma pessoa, no Vila Flores as decisões variam de caso a caso.

É tudo muito orgânico e transmutável. Às vezes, as decisões mais urgentes são de cima pra baixo, em que o Imobiliário ou a Arquitetura, pensando no bem comum das pessoas e do espaço, precisam dar respostas rápidas e agem sem consultar a Associação (lei-se todos os vileiros). Outras vezes, são de baixo pra cima (caminho inverso), em que a Associação levanta as pautas, vota e discute com o Imobiliário ou a Arquitetura.

Todos os meses fazemos uma reunião geral com uma pauta pré-definida. Cada iniciativa (ao total somos 33) tem direito a um voto. Assim, definimos o que deverá ser feito e como.

Não existe um limite bem definido de onde terminam as decisões de um e onde começam as dos outros. Isso muda constantemente. O importante é saber que, independente se uma decisão foi tomada de cima para baixo ou de baixo para cima, precisará ser discutida se incomodar alguém. É um ecossistema que vai se aperfeiçoando através de erros e acertos.

Gestão: nem vertical, nem horizontal, mas híbrida.

Hoje dizemos que a gestão do Vila Flores não é 100% colaborativa nem 100% centralizada.  É uma mescla entre as duas coisas. Mas é esse hibridismo que torna tudo tão maravilhoso. Estamos sempre desbravando um caminho que ninguém sabe onde vai dar e onde tudo pode acontecer.

Para muitos isso pode ser arriscado demais. Mas pela experiência que temos, podemos dizer que às vezes dá certo, à vezes aprendemos com as decisões erradas. Mas tudo faz parte de um processo, o que, nesse caso, é o mais importante.

E o melhor desse modelo é que todo mundo que faz parte desse ecossistema se sente responsável por ele.

Diferente de um coworking, onde delegamos a gestão do espaço para uma pessoa, nós nos empoderamos do espaço. Por isso, quando perguntam pra algum vileiro “O que é o Vila Flores?”, qualquer resposta recebida é certa. O Vila é multifacetado por natureza, porque não estamos falando de um espaço físico somente, mas sim das pessoas que ocupam ele.

Resumindo… somos uma gestão humana.

Quando falamos de gestão colaborativa, não existe uma fórmula pronta. Não é receita de bolo em que você mistura os ingredientes e voilá. Para chegar onde estamos, foram centenas de horas de reuniões, muita (re)adaptação, construção coletiva, discussão, transformação. E isso nunca vai parar.

São as microrrevoluções que acontecem no dia a dia que nos ajudam a melhorar.

Vila Flores torna-se um espaço de convivência e inclusão para crianças, adolescentes e idosos

Experiências positivas e respeito com a passagem de gerações são contempladas na história e nas ações que ocorrem no Vila Flores. Estudos, projetos e ações vêm sendo desenvolvidos, transformando o complexo arquitetônico em um espaço criativo e colaborativo, mas sem esquecer do impacto social das iniciativas que nele acontecem. Pensando nisso, reuniram-se artistas, arquitetos, psicólogos, designers, entre outros profissionais que hoje possuem seus espaços de trabalho no Vila Flores, para desenvolver, além de suas tarefas originais, também ações de inclusão.

Ideias externas também são bem vindas no local, desde que estejam de acordo com os princípios de coletividade e responsabilidade social que norteiam as diretrizes da Associação Cultural Vila Flores. Um bom exemplo desta dinâmica é o Mingau, uma festa-bazar idealizada por Lívia Perrone Pires e Juliana Pandolfo. A proposta do evento é de oportunizar um espaço onde mães possam expor seus trabalhos e as crianças possam se divertir livremente. Voltado para crianças na primeira infância e claro, suas famílias, afim de repensar conceitos e a qualidade de vida dos pequenos, o evento conta com atividades como brincadeiras, contação de histórias, oficinas e venda de artesanatos e produtos produzidos pelas mães. Nesta edição, o Mingau Especial de Dia das Crianças ocorre no Vila Flores no dia 09 de outubro, domingo, das 14h às 19h. Adultos e crianças maiores de 2 anos pagam R$ 10,00.


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Já para os adolescentes, as atividades vão além do entretenimento. A Escola Convexo,residente do Vila Flores, é uma iniciativa na área da educação, no turno inverso das aulas, visando desenvolver líderes de comunidades carentes. A ideia é que os alunos identifiquem um problema de um território e, por meio de técnicas de comunicação, lógica e empreendedorismo, investiguem e desenvolvam soluções e novos conceitos para construir uma comunidade melhor. Os encontros ocorrem todas as terças-feiras, das 14h às 17h no Miolo, espaço educativo do Vila Flores.

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A obrigatoriedade de produtividade dos indivíduos durante a vida é uma questão cada vez mais discutida. Quando atingimos os 60 anos de idade e nos enquadramos na categoria de idosos, novos desafios surgem, como lidar com a aposentadoria, com o afastamento do trabalho, com a rotina e com a falta de ocupação. Neste contexto, a vizinhança torna-se uma opção para criar vínculos sociais, engajar-se na realidade local e buscar novas experiências para absorver o mundo em que vivemos. Os facilitadores Anelise Giacomet e Matheus Minella Sgarioni, em parceria com a Associação Cultural Vila Flores, desenvolvem semanalmente encontros e atividades que promovem a reflexão e a sensibilidade, através do contato com os mais diversos temas, como arte, saúde e trabalho. Tudo isso num clima descontraído e animado, em que a troca de saberes e experiências dá o tom dos encontros. A participação é gratuita e ocorre todas as quintas-feiras, das 15h às 16h30min, também no Miolo do Vila Flores.

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Pensar a transdisciplinaridade é um dos focos de atuação do Vila Flores, e para isso, é preciso que toda a sociedade esteja inserida. A intenção é criar e realizar, todos juntos, cada vez mais ações inclusivas, que garantam a autonomia dos indivíduos, incentivando-os a também protagonizar mudanças reais em seus ambientes de convivência.

Conheça algumas práticas em gestão de resíduos que estão sendo implantadas no Vila Flores!

Desde as primeiras atividades no Vila Flores, em 2013, algumas práticas de gestão de resíduos têm sido desenvolvidas aqui no nosso espaço para reduzir o máximo possível o lixo no local.  Quando fizemos a primeira edição do Projeto Simultaneidade, em dezembro de 2013, já nos preocupávamos com essa questão. Com a ajuda de três grandes parceiras, a Ilsa Solka de Lemos, Patrícia Rabelo e Fabíola Silveiro, desenvolvemos algumas ações durante o evento: disponibilização de dois tipos de descarte de bitucas (bituqueiras espalhadas pelo pátio e bituqueiras de bolso para venda), venda dos copos reutilizáveis da Meucopo Eco e disponibilização de acondicionamento adequado para a segregação dos resíduos, assim como sinalizações espalhadas pelo local com o intuito de conscientizar o público quanto a esse assunto. No final do Projeto Simultaneidade, entramos em contato com o Sr. Antônio, da Vila dos Papeleiros, que foi no Vila Flores buscar os itens recicláveis para levar até um centro de triagem da região.

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A parceria com o pessoal da empresa Meucopo Eco segue até hoje nos eventos realizados pela Associação Cultural Vila Flores. Os copos são feitos de polipropileno, bastante resistentes e totalmente recicláveis. E o esquema funciona da seguinte maneira: você compra o copo por R$5,00, utiliza durante o evento e, ao final, pode devolver o copo e receber os R$ 5,00 de volta ou levar o copo pra casa como recordação e usar ele novamente em outra atividade. Essa ação nos ajudou a reduzir drasticamente a geração de lixo no local.

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E agora em 2016, passamos a realizar práticas alinhadas à iniciativa Lixo Zero. Uma delas, a partir da orientação da Pasárgada Oficina de Sustentabilidade, foi a colocação de 6 residuários no pátio: rejeitos não recicláveis, papel, plástico, metal, vidro e orgânicos. Esses residuários são pesados semanalmente para vermos qual resíduo está sendo mais gerado. Com essa informação, a ideia é fazer posteriormente campanhas para a diminuição desse resíduo. Implementamos também uma composteira que fica nos fundos do pátio.

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A segunda prática diz respeito ao lixo orgânico. Mais recentemente, começamos a trabalhar também com o pessoal da Re-ciclo que realiza a coleta do “lixo” orgânico de casas e condomínios e transforma esse material em adubo rico em nutrientes para jardinagem e hortas. Colocamos um balde de 10 litros como residuário no pátio e toda semana o pessoal da Re-ciclo vem recolher o conteúdo. Ao final do mês, ganharemos adubo ou uma muda para plantarmos no nosso jardim!

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Além de tudo isso, o Vila Flores sempre fez questão de reutilizar materiais, como por exemplo, as tesouras de madeira do telhado galpão viraram as laterais dos bancos que estão no pátio. As mesas do pátio são feitas de venezianas. E pallets foram transformados pelos Matehackers em um banco.

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Por considerarmos muito importante a conscientização sobre essas questões, também são realizadas atividades no Vila Flores como o evento organizado pela NET Impact que aconteceu em setembro desse ano chamado “Circuito Start – Culinária Orgânica: do plantio à compostagem”. O ciclo de encontros Start em 2016 visa disseminar conhecimento em assuntos que tangem os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, sendo este evento focado em desenvolver o ODS #2 “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”. Durante o Circuito Start teve introdução e montagem prática de uma horta, oficina de plantas alimentícias não convencionais, demonstração e receita com aproveitamento de alimentos, entre outras atividades.

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Com essas ações esperamos reduzir a geração de resíduos e o envio dos mesmos para aterros, colaborando para uma cidade mais limpa e sustentável!

Links:

http://www.slideshare.net/vilaflores/gesto-de-resduos-do-projeto-simultaneidade

http://www.meucopoeco.com.br/site/

https://www.facebook.com/reciclopoa/

https://portoalegrelixozero.wordpress.com

https://www.facebook.com/InstitutoLixoZeroBrasil/

https://www.facebook.com/oficinapasargada/

https://www.facebook.com/netimpactpoa/

Catálogo e Folder Vila Flores 2016

No primeiro semestre desse ano, a Jéssica Jank, então estudante de Design Visual na UFRGS entrou em contato conosco com uma baita proposta. Ela queria fazer seu trabalho de conclusão de curso sobre materiais gráficos impressos para espaços expositivos ou culturais de Porto Alegre sobre o Vila Flores. Topamos na hora, claro! A Jéssica elaborou um catálogo super completo e um folder, com a programação mensal do Vila de um lado e com um cartaz com a arte do Marcelo Monteiro, do Estúdio Hybrido, do outro. Compartilhamos aqui com vocês o resultado do material gráfico e a notícia de que a Jéssica tirou conceito A! Valeu Jéssica e parabéns pelo trabalho 🙂 Adoramos!

Catálogo

 

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Folder – frente

 

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Folder – verso com arte de Marcelo Monteiro do Estúdio Hybrido

Giardini – Bienal de Arquitetura de Veneza

Conheça Giardini, local onde está inserido o pavilhão do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza! Giardini é uma área ao leste de Veneza, estabelecida em uma ampla zona aberta e verde que desde 1895 recebe a Exposição Internacional de Arte. A partir de 1980 passou a abrigar o Pavilhão Central da Bienal de Arquitetura além de 29 pavilhões nacionais.

No pavilhão do Brasil se encontra o projeto arquitetônico do Vila Flores, representante do Rio Grande do Sul, ao lado de outros 14 projetos brasileiros que compõem a mostra, chamada Juntos, de curadoria de Washington Fajardo. A 15° Bienal de Arquitetura de Veneza acontece até o dia 27 de Novembro de 2016.

Confira no álbum as imagens do Pavilhão Central e dos pavilhões da Alemanha, Áustria, Brasil, Dinamarca, Espanha, França, Países Nórdicos e Rússia.

A cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza é uma parceria entre o Vila Flores e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul – CAU/RS.

Melhorias no galpão

A arrecadação do Arraial no ano passado nos permitiu colocar os paralelepípedos do pátio tornando ele bem mais agradável! Pois esse ano nossa meta com a arrecadação é fazermos melhorias no galpão para que possamos receber adequadamente mais projetos no espaço 😀 Na foto vocês podem ver como era o piso do pátio antes e a equipe colocando os paralelepípedos. Fique por dentro das informações sobre o Arraial do Vila Flores aqui no link: https://www.facebook.com/events/1716520088631247/

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Vila Flores no Kultursymposium Weimar 2016

Em novembro de 2015, a Associação Cultural Vila Flores e o Instituto Goethe Porto Alegre realizaram em parceria o evento Compartilhar e Trocar – Seminário Internacional de Economia Colaborativa. Durante três dias, tanto na sede do Instituto Goethe em Porto Alegre quanto no Vila Flores, convidados internacionais e locais relataram suas experiências no assunto através de palestras, conversas e participando junto com o público de um jogo sobre moedas alternativas desenvolvido pela pesquisadora Lenara Verle.

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Palestra de Ricardo Orzi no Instituto Goethe Porto Alegre.

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Relato de experiência de Maria do Carmo Bittencourt da OSCIP Guayí.

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The Currency Lab Game desenvolvido por Lenara Verle.

A frutífera cooperação entre o Vila Flores e o Instituto Goethe nos proporcionou um convite para que participássemos do evento Comunes – Encontro Internacional de Economias Colaborativas e Cultura Livre em Buenos Aires, na Argentina. Entre os dias 4 e 8 de maio de 2016, Antonia Wallig e Aline Bueno, representantes da Associação Cultural Vila Flores tiveram a oportunidade de trocar experiências com integrantes de iniciativas da Argentina, Colômbia e Venezuela. Além de participar das mesas de debate e realizar uma oficina de projetos colaborativos, foi possível visitar espaços culturais e sustentáveis  em Chascomus, a 1 hora e meia de Buenos Aires.

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Mesa de desbate sobre Cidades Comuns.

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Participantes da oficina sobre projetos colaborativos realizada pela equipe do Vila Flores.

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Almoço no espaço holístico Akapacha, em Chascomus, Argentina.

E agora no mês de junho de 2016, fomos convidados novamente pelo Instituto Goethe para apresentarmos o projeto no Kultursymposium em Weimar, na Alemanha, evento cujo tema é “The Sharing Game: Exchange in Culture and Society”. Entre os dias 1 e 3 de junho, Joel Grigolo, membro da Associação Cultural Vila Flores e do Matehackers Hackerspace, e Aline Bueno representarão toda a grande comunidade criativa do Vila Flores nesse encontro com pensadores e fazedores do mundo todo. O projeto será apresentado na quinta, dia 02/06,  como parte da programação “Sharing Ideas” no centro cultural E.Werk Weimar.  Joel Grigolo participará, também na quinta, da conversa sobre Economia Colaborativa na América Latina com Ricardo Orzi e Adriana Benzaquen, ambos da Argentina.

Estarão presentes no evento: Tomáš Sedláček (Praga), Jeremy Rifkin (Washington D.C.), Rachel Botsman (Sydney), Yochai Benkler (Harvard), Eva Illouz (Jerusalem), Antonio Negri (Padua), Joseph Vogl (Berlin), Ute Frevert (Berlin) and Hartmut Rosa (Jena).

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Weimar, cidade na Alemanha onde acontecerá o evento Kultursymposium promovido pelo Instituto Goethe