Lançamento da Instinto de Vida no Rio Grande do Sul

Queridas parceiras e queridos parceiros,

Escrevo para dividir com vocês algumas imagens e um resumo do dia de ontem, em que a Instinto de Vida deu um importante passo, com o lançamento no Rio Grande do Sul.

Foi muito bonito ver a nossa iniciativa encher o salão do Vila Flores, um complexo arquitetônico revitalizado no bairro Floresta, onde está a sede do Instituto Fidedigna. Na plateia, autoridades, acadêmicos, pessoas diretamente afetadas pela violência, guardas municipais, artistas locais.
O evento, conduzido por Aline Kerber (Fidedigna), começou com a apresentação da Instinto de Vida e a exibição do vídeo da campanha. Em seguida, assinaram a carta compromisso da iniciativa o secretário estadual de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer, a prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, e o prefeito de Santa Maria, Jorge Pozzobom. Cachoerinha e Novo Hamburgo também firmaram o compromisso. Representantes de Canoas, Porto Alegre, Rio Grande, São Leopoldo, São Sebastião do Caí e Sapucaia também foram ao lançamento.
As assinaturas foram seguidas de um testemunho de Vitória Bernardes, que ficou tetraplégica depois de ser atingida por uma bala perdida e hoje integra a Desarma Brasil. Por fim, foi realizado um painel reunindo Carolina Ricardo (Sou da Paz), Eduardo Pazinato (Fidedigna), Ilona Szabó (Igarapé), o promotor Gilmar Bortolotto e o jornalista Renato Dornelles. Contamos ainda com uma bela instalação do “Faces da (in)diferença”, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e uma homenagem, feita nos moldes do memorial desenvolvido pela Casa de las Estratégias, a Alex Casanova, integrante do Vila Flores assassinado no ano passado.

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Zero HoraJornal do ComércioDiário de Santa Maria e Correio do Povo estão entre os veículos locais que publicaram artigos de opinião/reportagens sobre o lançamento nos últimos dias.
Cremos que o modelo de ontem tem enorme potencial de ser replicado em outros estados e cidades e estamos amimados em pensar junto com as demais organizações os próximos lançamentos!
Gostaríamos de agradecer muitíssimo a todos que participaram e colaboraram para a realização do lançamento, especialmente ao Instituto Fidedigna, anfitrião do dia.
Dandara Tinoco 

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Como fomentamos e praticamos o consumo consciente no Vila Flores?

Comprar menos e com qualidade são algumas das diretrizes do consumo consciente, prática que está na base da nossa rotina no Vila Flores. Faz parte do nosso dia a dia como consumidores, mas também como promotores da economia local e sustentável.

Entendemos que diferentes razões (entre elas a cultural) ainda impedem que esse comportamento seja parte da vida de todos. Por isso, nossa intenção é te ajudar a incorporá-lo ao te trazer um pouco da nossa experiência.

O que consideramos para consumir de forma mais consciente? E quais iniciativas aqui do Vila podem te ajudar a prever os impactos sociais, econômicos e ambientais na hora da compra?

Por que consumir menos e melhor?

Apenas 16% da população mundial é responsável por 78% do consumo total. É lixo demais para planeta de menos. A solução é comprar menos mesmo. Mas sempre que for preciso consumir, a melhor opção é adquirir produtos de mais qualidade. Em vez do que é descartável facilmente, é importante optar pelo que é durável.

Como consequência disso, acabamos pensando mais e levando para casa aquilo que realmente faz sentido e que nos desperta afeto. Somente esses dois motivos já são suficientes para termos certeza de que um objeto não vai ser substituído logo.

Claro que, às vezes, isso significa optar por uma compra um pouco mais cara. Mas ela será mais cara mesmo?

Ajuda bastante começar invertendo a lógica. A pergunta é “por que este produto é caro demais?” ou “por que ele é barato demais?”. Um produto não é um objeto isolado, mas uma cadeia. Tem um processo produtivo anterior e de descarte posterior, que não estão expressos na etiqueta.

O formato de produção da maioria das empresas se baseia numa equação pouco sustentável, em que os fatores ambientais e sociais não são levados em conta. É o caso da moda, que com a difusão do fast fashion acabou por transformar essa indústria na segunda maior indústria poluente da terra.

O que levamos em conta para consumir de forma mais consciente?

Alguns dos aspectos sociais, econômicos e ambientais que sempre levamos em consideração são:

  • Salários justos

Um mundo melhor passa, inevitavelmente, pelo fomento a uma cadeia produtiva justa. Sabemos que nossa abundância e qualidade de vida são reflexo do bem-estar de todas as camadas sociais.

No lugar de grades que nos separam, criamos pontes que nos permitem fazer parte de um ecossistema comum e generoso.

A Colibrii é uma das empresas do Vila Flores que pratica essa nossa crença. O negócio social cocria produtos com artesãs de comunidades de Porto Alegre, como Morro da Cruz, Rubem Berta e Partenon, sempre com materiais alternativos e reutilizados.

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Colibrii cocria produtos com artesãs de Porto Alegre.

A marca se preocupa em mostrar que existem pessoas por trás de tudo, e que o ato da compra tem um significado e um impacto. Além de salários, a justiça social se expressa no reconhecimento das histórias por trás dos que é produzido e da valorização da qualidade e da criatividade das artesãs.

  • Pequenos empreendedores

Ao comprar de pequenos produtores, incentivamos uma economia mais distribuída. Ao invés de contribuir com uma grande indústria e alimentar uma cadeia de baixos salários e pouca satisfação, você pode colaborar para que mais pessoas trabalhem com prazer e recebam bem por isso.

Para incentivar esse movimento, realizamos no Vila a conexão entre os residentes e eventos como o Simultaneidade, um projeto bienal para divulgar nossas empresas. Além disso, feiras em eventos como o Junção Makers também reúnem iniciativas pequenas e locais.

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Solabici cria bicicletas que levam em conta as particularidades das pessoas.

A vantagem disso para o consumidor é ter acesso a um produto de qualidade e, muitas vezes, personalizado. Na Solabici, por exemplo, todos os quadros são construídos manualmente, o que possibilita a criação de uma bicicleta que leva em conta as particularidades da pessoa. Já adquirir uma cerâmica da Márcia Braga é dispor de um artefato que agrega história e afeto à casa de quem compra.

  • Ambientalmente sustentável

Praticamos a sustentabilidade ambiental não somente de Lixo Zero, política de reciclagem que adotamos. Mas também pensamos na base do nosso consumo.

Podemos economizar água e reciclar, mas de quem compramos e o quanto compramos são os principais impactos ambientais que podemos gerar no mundo.

Empresas vileiras como a Humanus e Colibrii reutilizam materiais como garrafas pet, capas de guarda-chuva e cintos de segurança para criar suas roupas e mochilas. No Estúdio Hybrido, a estilista Vanessa Berg confecciona roupas e acessórios com matérias-primas de alta qualidade produzidas por indústrias ambientalmente responsáveis, além de tecidos excedentes da indústria calçadista.

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Humanus reutiliza materiais para peças ambientalmente sustentáveis.

  • Negócios locais

De onde vem o seu produto? Se ele percorre longos caminhos e gasta combustível, ele é pouco amigo do meio ambiente. E da sua saúde, já que, provavelmente, ele deve depender de grande quantidade de conservantes e agrotóxicos para durar.

Nas nossas feiras e eventos, além dos residentes do Vila, priorizamos a presença de fornecedores locais. A opção por cerveja artesanal, por exemplo, se trata de minimizar o impacto ambiental deixado pelas latinhas de alumínio, mas também pela distância percorrida pelo produto.

Além disso, acreditamos que a mudança ocorre a partir de ações locais. Comprar de empreendedores e produtores locais significa o fortalecimento de um ecossistema que se retroalimenta, trazendo benefício a todos inseridos nele.

Quais iniciativas vileiras podem te ajudar a consumir de forma mais consciente?

Colibrii

A Colibrii trabalha com artesãs de comunidades de Porto Alegre co-criando produtos com materiais alternativos e reutilizados. O propósito do negócio social é aproximar realidades diversas e, com isso, gerar mudanças. A marca se preocupa em mostrar que existem pessoas por trás de tudo, e que o ato da compra tem um significado e um impacto.

Estúdio Hybrido

Vanessa Berg é a estilista responsável pela produção de moda do Estúdio Hybrido. As roupas e acessórios criados pela artista são confeccionados a partir do conceito de Slow Fashion, com matérias-primas de alta qualidade e durabilidade, produzidas por indústrias locais, que têm em suas diretrizes o cuidado ambiental, ética e responsabilidade social, além de tecidos excedentes da indústria calçadista.

Humanus

A Humanus é uma marca que se inspira nas Artes e na Filosofia​ para provocar novos olhares​. Contrários ao ritmo de consumo frenético da moda tradicional, a marca busca um outro tempo de contemplação e relação com o que consumimos, com o chamado Slow fashion. Além disso, a Humanus trabalha de forma colaborativa com rede de parceiros, como centros culturais, museus, iniciativas socioambientais e cooperativas.

Márcia Braga

Arquiteta e artista visual, Márcia Braga cria produtos em cerâmica. No Ateliê no Pátio tem seu forno e equipamentos para desenvolver trabalhos tridimensionais em cerâmica (que já lhe renderam dois prêmios Açorianos – 2013 e 2015). Também que reúne grupos de trabalho para criar e desenvolver projetos colaborativos em arte urbana.

Re-ciclo

A Re-ciclo realiza a coleta dos resíduos orgânicos de cidadãos em três municípios: Porto Alegre, Tramandaí em Imbé. Através de uma assinatura mensal, o cidadão recebe um baldinho para armazenar os resíduos e, de bicicleta, a Re-ciclo realiza a coleta semanalmente, levando os resíduos para sua área de compostagem, onde esse material é transformado em adubo. No início de cada mês, o associado recebe um pacote de adubo ou uma mudinha, para resgatar a agricultura urbana, e um mimo surpresa sobre a temática da sustentabilidade.

Solabici

A Solabici fabrica bicicletas sob medida com inspiração retrô. Os quadros são construídos manualmente, possibilitando a escolha de componentes e acessórios de acordo com as particularidades de cada um. A proposta é criar bicicletas únicas com formas minimalistas, elegante e de alta qualidade, que permitam agregar acessórios para deixar a bike perfeita para o dia-a-dia.

“Imitar é congênito no homem.”

Gabriel Guimard iniciou suas atividades artísticas em 1984 em São Paulo. É ator, mímico, palhaço, pesquisador da comédia física, das artes para infância e diretor da Cia. Megamini, que se dedica a pesquisa de espetáculos para crianças. Atuou durante cinco anos na companhia francesa Philippe Genty, a qual viajou por mais de 40 países. Em 1995 funda a Cia. Megamini com a atriz Nora Prado. A Cia. criou os espetáculos: Dia de Festa, Muito Romântico, Lixo é um Luxo, Tem Gato na Tuba, a Modelo, Clássicos da Mímica e Viva o Paiaço entre outros. Mora em Porto Alegre desde 2016. No próximo dia 14 de agosto, em parceria com o ator e mímico Anildo Böes, iniciará um curso de mímica – teatro visual e pantomima,  na Cia. de Arte – CORPO CÊNICO.

 

Introdução a Mímica

A palavra mímica vem do grego mimesis, tendo uma importância fundamental na Poética de Aristóteles. Ele diz que o  (Poética, 1448 a, II, §13). Há na espécie humana a tendência natural para o imitar. Ele se utiliza da imitação para adquirir as primeiras noções sobre a vida. Esta imitação vai além da corporal. Passa pela imitação verbal, as atitudes e todo um compêndio de conhecimentos e saberes.

Pelo aspecto estético, da linguagem artística, a mímica confunde-se desde os primórdios da civilização grega com a Pantomima. A palavra pantomima vem do latim PANTOMIMUS. Pantomimo, “ator”, literalmente “aquele que imita tudo”, formada por PAN, “todos”, mais MIMOS, “imitador”, de MIMESTHAI, “imitar, arremedar”.

A “arte de imitar, arremedar” sempre esteve presente no arsenal de habilidades dos “fazedores de riso” de todos os tempos e culturas: menestréis, jesters, bobos da corte, bufões, zannis, palhaços, etc… A própria pré-formação do clown, que se dá início no final do século XVIII na Inglaterra, tem fortes influências das pantomimas inglesas e da grande tradição da pantomima francesa, que tem em Jean- Gaspard Deburau (1796-1846) seu grande baluarte na primeira metade do século XIX.

Enquanto codificação desta linguagem o primeiro grande nome será o francês Étienne Decroux (1898 -1991) considerado o “pai” da mímica moderna, criando o que ele chamou de “mímica corporal”. Entres seus grandes discípulos temos Marcel Marceau (1923-2007), responsável pela retomada da tradição da pantomima francesa do século XIX, e também responsável por difundir a pantomima pelos quatro cantos do planeta. Outro grande responsável por difundir a mímica corporal de Decroux, assim como a própria pantomima, foi o mímico e ator Jean Louis Barrault (1910-1994), protagonista de um dos maiores clássicos do cinema francês “ Les Enfants Du Paradis”, traduzido para o português como “Boulevard do Crime”, filme de Marcel Carnê (1906-1996), que aborda a vida do mímico Jean Gaspard Debureau. No meio de Decroux e Marceau, que tinham a mímica corporal e a pantomima como um fim, temos Jacques Lecoq (1921-1999) que cria, por assim dizer a terceira grande linha de mímica, o qual ele nomeia como “Teatro Gestual”, busca estética esta, que tem a mímica e a pantomima, como um meio de expressão do ator. Lecoq fundamenta seu estudo e método na prática com as máscaras neutra, larvária, expressiva, a commedia dell’arte, o bufão e o clown, sempre associadas a expressividade gestual e física, mas também verbal.

Clássicos da Mímica

São esquetes inspirados em temas clássicos da pantomima, porém recodificados e revisitados a partir de uma mistura de linguagens.

Data: 19 e 20 – Sábado e Domingo | Horário: às 16h

Local: Theatro do Abelardo

Ingresso:R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada).

Contato: Caixa do Elefante  (51) 9 9137-1990

22/08 – Lançamento da Campanha Instinto de Vida 

 

1) Lançamento da Campanha Instinto de Vida no RS e Painel de Segurança Cidadã: homicídios, drogas e prisões na contemporaneidade latinoamericana;
2) Lançamento do livro Drogas: as histórias que não te contaram por Ilona Szabó.

  • Descrição da atividade:

1) Lançamento da Campanha Instinto de Vida ((www.instintodevida.org.br) no Rio Grande do Sul. A Campanha visa reduzir em 50% a violência letal na América Latina em 10 anos, em especial, no Brasil que é líder mundial em números absolutos de assassinatos – 60 mil por ano.

Serão convidados Prefeitos de 26 municípios para aderirem a referida campanha. Além deles, serão convidados autoridades de segurança do Estado, os comandantes das Polícias e das Guardas Municipais gaúchas, especialistas e representantes das organizações da sociedade civil.

Será um evento fechado só para convidados, com 10 vagas para vileiros. E o painel será um momento de formação na temática, envolvendo especialistas brasileiros no assunto. Ao final, terá um coquetel de confraternização com os convidados.

 

2) Lançamento do livro Drogas: as histórias que não te contaram com a presença da autora Ilona Szabó. 

Será um evento aberto ao público com sessão de autógrafos.

A Livraria Bamboletras será convidada para comercializar livros no dia. E será feito um pocket show com a Banda Tribo Brasil, Rafuagi e Slam.

Bando Celta: a arte da celebração para além da música

Doze luas após a primeira edição, o Bando Celta apresenta a 2ª Feira Medieval de Porto Alegre, que acontecerá no Vila Flores nos dia 12 e 13 de agosto de 2017.
Dois dias de evento temático repleto de música, dança, teatro, oficinas, artesanato e gastronomia típica, ideal para toda a família. Teremos uma programação com dezenas de atividades artísticas e muita cultura relacionada ao período medieval.

“O futuro de um bardo é a estrada que ele percorre” (o bardo).
Definir o Bando Celta apenas como grupo musical seria restringir a amplitude da sua
atuação artística. Embora a música esteja no centro, essa troupe de artistas vai muito
além em sua atuação e ambições. A partir da música, tornaram-se uma companhia
artística promotora de criação e produtora de eventos, que vão do entretenimento à
pesquisa da cultura e das temáticas celtas. Em síntese, o Bando Celta agrega diversos
artistas e funde música com dança, teatro, literatura, audiovisual, além realizar de projetos em arte-educação e organização de festivais. Sem mencionar, que suas apresentações sempre se transformam em uma verdadeira festa para os sentidos.
O Bando Celta é coordenado pelos músicos Caio Haag (vocal e bodhran), Renato Velho
(violão, mandola, banjo e vocais), Tales Melati (gaita de foles e flautas) e Christian Feel
(violino e vocais). Os músicos se apresentam com figurino celta estilizado (desenhado
Margarida Roche) e também tocam versões de músicas brasileiras que dialogam com a
música celta, como o clássico nordestino Asa Branca.

Conheçam esse bando de bardos!
https://www.facebook.com/bandocelta/

Cultura Romani ‘cigana’ é mote de festa  que reúne música, cinema e gastronomia

 

 

“Djelem Djelem” é a festa que o Grupo Baxtale! – Pesquisa Musical Romani promove no domingo, 6 de agosto, das 15h às 22h, no Vila Flores (bairro Floresta), com muita música, dos grupos Jazz Manoutchê e Baxtale! –   Pesquisa Muscial Romani; pratos típicos de Marcela Jung Cozinha Criativa e exibição do filme “Latcho Drom” de Tony Gatlif. Durante o evento o público será convidado a dançar, com um setlist repleto das principais referências da música romani dos Balcãs e Leste Europeu. A concepção e realização do evento está a cargo da produtora Lívia Biasotto.

 

16h30min – exibição de “Latcho Drom” (“Viagem Segura”) Documentário francês de 1993 de Tony Gatlif, diretor, roteirista, compositor, ator e produtor argelino, de etnia romani.  Sem diálogo e nem narração, aborda a jornada dos povos Romani, do noroeste da Índia até a Espanha, focando principalmente na sua influência em vários estilos de dança, como a dança oriental árabe e na música. O filme ilustra as condições em que vivem o povo cigano, descrevendo ao longo de um ano, as migrações, canções e danças dos grupos Romani da Índia, Egito, Turquia, Romênia, Hungria, Eslováquia, França e Espanha. As roupas coloridas, as joias, o sustento, o fogo e os instrumentos são alguns aspectos abordados, acerca dos costumes destas comunidades, seus valores de família, viagem, amor, separação e perseguição. As músicas são dos grupos romani Taraf de Haïdouks, Tchavolo e Dorado Schmitt, entre outros, originários da Romênia.

 

18h – Show do grupo convidado: Jazz Manoutchê, com clássicos do “Jazz cigano” e composições próprias. Na formação, Caetano Maschio Santos (violão), Fernando Campos Caramori (violão), André Mendonça (contrabaixo acústico) e Eduardo Figueredo (caixa).

 

19h – Show do grupo Baxtale – Pesquisa Musical Romani , com repertório Vlach Romani, da Hungria.

Após duas apresentações com lotação esgotada, na Biblioteca Pública do Estado, dias 24 de junho e 16 de julho, o Baxtale! celebra a cultura Romani, na festa “Djelem Djelem”. O grupo surgiu a partir da aproximação do violinista, cantor e etnomusicólogo Ivan Andrade com este universo musical, em 2008, quando começou uma pesquisa de forma autodidata, sobre os violinistas romanis húngaros e romenos, estendendo-a depois à cultura Romani, em sentido amplo. Com o engajamento de Laura Backes (voz), Pedro Paiva (violão e onomatopeias), Edu Saffi (contrabaixo), Giovanni Martinez (percussão) e da produtora Lívia Biasotto, o grupo teve início em abril de 2017.

 

De origem persa, o termo Baxtale significa “afortunados”, mas no contexto Romani designa bom karma, prosperidade nos negócios, sucesso em alguma realização, bênção, providência, graça e abundância. Neste contexto, o projeto ganha este nome pela valorização do aspecto positivo que permeia a cultura Romani. O repertório se concentra no corpo de canções dos Vlach Roma, do território de fala húngara da Transilvânia. De origem rural, possui raízes em dois gêneros principais: as khelimaski gili (canções para dançar) e as loki gili (canções lentas, de caráter lírico). Dentre as referências estão os ensembles húngaros Kalyi Jag, Ando Drom e Romanyi Rota, os quais, a partir do final dos anos 1970, promoveram uma modernização do repertório Vlach Romani, por meio do uso de instrumentos, como o violão e o bandolim. “Djelem Djelem”, o primeiro espetáculo do Baxtale! faz alusão ao hino Romani homônimo, escrito pelo Romani de origem Sérvia, Zarko Jovanovic (1925-1985). Sobrevivente do Porrajmos (Holocausto Romani), seu povo enfrentou momentos de extrema dificuldade ao longo da história, em diversos sentidos e contextos, como desfio à sua sobrevivência. O objetivo deste coletivo é que os gadjos (não romanis) possam ter acesso à beleza da cultura Romani e se sensibilizar pela história de resistência de seu povo.

Na área gastronômica, Marcela Jung Cozinha Criativa fará três opções de pratos, dois salgados e um doce. São eles: uma  Sopa Gitana, com inspiração nos ciganos da Catalunha e um leve passeio pela  cozinha indian; Pishotas árabes, uma recriação dos tradicionais Pishotas, prato típico dos ciganos da Eslováquia, em “pasteizinhos” abertos que lembram as empanadas árabes. E “Kolakorro”, rosquinhas adaptadas do bolinho típico dos ciganos romenos, búlgaros e húngaros ao nosso paladar, mas ainda assim com um toque de origem. Crocante e sequinha, a rosquinha envolta em açúcar e canela tem massa semelhante a de churros, bolinhos de chuva e donuts, ganhando aqui água de flor de laranjeira, como na receita original.

 

Serviço:
Festa “Djelem Djelem – Celebrando a Cultura Romani”

Dia 6 de Agosto (domingo), das 15h às 22h
Local: Vila Flores (Hoffmann, 447 – Bairro Floresta – Porto Alegre/RS)
Link evento:  https://www.facebook.com/events/1703652156604065/
Contato: Telefone (51) 99104-1372, com Vera Pinto (assessoria de imprensa)
Ingressos: Antecipados na Livraria Bamboletras (Centro Comercial Nova Olaria – Lima e Silva 776, Loja 3), pelo link
https://www.sympla.com.br/festa-djelem-djelem—celebrando-a-cultura-romani__166224 ou via Whatsapp, com a produção do grupo: (51) 99842.6198 e (51) 99262.5065.

Valores:
Lote 1: R$ 20,00 (promocional) ESGOTADO.
Lote 2: R$ 25,00 (promocional) até 01 de Agosto.
Lote 3: R$ 30,00.
Venda Online: Possui taxas do site)
No dia do evento: R$ 30,00 (somente dinheiro)

KIT PROMOCIONAL
Ingresso + Pôster exclusivo (artista Chana de Moura – tiragem limitada): R$ 40,00.

 

Apoio Cultural: Vila Flores e CUCO Produções

O empreendedorismo que empodera mulheres no Vila Flores

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Conheça nossas iniciativas que se unem ao movimento de empoderamento feminino nos negócios e na vida

No Vila Flores, a maioria dos empreendimentos são encabeçados por mulheres. São empreendedoras que tocam o próprio negócio e que fomentam o empoderamento feminino em suas mais variadas formas, sejam em projetos de impacto social ou de cultura e criatividade.

Enquanto somente 20% dos negócios de impacto no Brasil são tocados por mulheres, e de a taxa de empreendedorismo entre nós ser de 36,4%, encaramos o protagonismo feminino aqui do Vila como um incentivo ao crescimento deste movimento no país. Trata-se de um desafio que abraçamos em direção à igualdade de oportunidades e de apoio à formação de sujeitos autônomos.

No caso do fomento à autonomia em mulheres, acabamos por dialogar não somente com a questão moral ou social. A economia global sofre sem elas em sua plena capacidade produtiva, como aponta o relatório da McKinsey Global Institute. O estudo mostra que 12 trilhões de dólares poderiam ser adicionados ao PIB mundial até 2025 se as mulheres alcançarem igualdade no mercado.

Tem a ver com ética, com justiça, com bem-estar. Mas também tem a ver com crescimento econômico.

A América Latina segue entre as regiões com maior desigualdade de gênero, o que nos mantém na contramão do avanço em todos os sentidos. Alcançar essa realidade exige muito suporte financeiro e político e criação de oportunidades reais às mulheres. A iniciativa delas é essencial, mas autonomia não é alcançada em contextos sem privilégios. Por isso, setor privado e governos precisam entender os benefícios dessa ação.

Enquanto esse processo anda a passos lentos, iniciativas conscientes desse fato, como a Colibrii e a ONG Mulher em Construção, residentes do Vila Flores, tomam a frente não somente do próprio empoderamento, mas levam consigo artesãs e construtoras a serem protagonistas das próprias histórias. Pequenos negócios e mulheres instrumentalizadas cumprem sua função de líderes na concepção da realidade que queremos.

Isso se faz possível porque as empreendedoras dos projetos do Vila Flores são motivadas por um contexto colaborativo e apoiadas por um ambiente seguro para empreender. A economia baseada na colaboração pode ser um disruptor do paradigma patriarcal nos negócios, por representar relações de confiança em todos os seus pontos de contato.

São necessários espaços fundamentados em conexões mais profundas, para além de sexo, gênero, raça, nível social ou crença. São ambientes que ampliam a convivência diária e amigável, baseada em valores, e que nos possibilitam aguçar nossa percepção do indivíduo e do seu papel essencial na construção de um ecossistema.

Conheça nossos projetos empreendidos 100% por mulheres

Associação Cultural Vila Flores
A Associação Cultural Vila Flores (ACVF) formada por todos os vileiros. Sua gestão, no entanto, é realizada por mulheres. Esta é a entidade responsável pela programação cultural do espaço e pela articulação junto ao poder público, à iniciativa privada e à sociedade em prol dos interesses da comunidade artística e criativa do Vila Flores, buscando promover a integração com a comunidade do entorno.

AC Arquitetura
Escritório de arquitetura de Carolina Castillo.

Apoena Socioambiental
Apoena Socioambiental é um coletivo formado por quatro mulheres. Possui uma equipe multidisciplinar de técnicas que atuam em soluções de projetos nos segmentos de comunicação social, gestão ambiental, gestão solidária, educação ambiental, empoderamento feminino e ações voltadas para grupos em situação de vulnerabilidade econômica social.

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Bonne Chance
Aulas de francês com refugiados de países africanos, uma iniciativa que visa a promoção da troca cultural entre imigrantes estrangeiros e brasileiros através do ensino e da prática da língua francesa, além de outras atividades culturais.

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Colibrii
A Colibrii trabalha com artesãs de comunidades de Porto Alegre co-criando produtos com materiais alternativos e reutilizados.

IMADIN – Instituto Maria Dinorah
Espaço de referência para o fomento da literatura. Objetiva promover a arte literária em suas mais diversas relações, da produção à recepção, atendendo a crianças e adultos, sejam professores, pesquisadores, especialistas ou diletantes, através de ações de cunho cultural e educacional.

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Joner Produções
A Joner atua na criação e realização de projetos especiais, estratégias e serviços para clientes das esferas pública, privada e do terceiro setor. Utiliza pesquisas, estudos e a construção coletiva como ferramentas de gestão para aprimorar resultados.

Márcia Braga
Arquiteta e artista visual, tem no Ateliê no Pátio seu forno e equipamentos para desenvolver seus trabalhos tridimensionais em cerâmica (que já lhe renderam dois prêmios Açorianos – 2013 e 2015). Também que reúne grupos de trabalho para criar e desenvolver projetos colaborativos em arte urbana.

Miriam Gomes
Artista integrante do Ateliê Coletivo.

Mulher em Construção
Cursos de formação na área da construção civil para mulheres, promovendo a autonomia, a cidadania e o empoderamento das mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica através da inserção destas mulheres no mercado de trabalho.

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Moxie
Marca de objetos para casa e mobiliário de Gabriela Cerveira.

Panitz Bicca Arquitetura & Engenharia
O escritório Panitz Bicca Arquitetura & Engenharia tem o intuito de desenvolver projetos arquitetônicos e de interiores que agreguem qualidade estética e de vida aos usuários e às cidades, abraçando os conhecimentos da engenharia para colocar em prática os projetos idealizados.

Pyladies
Iniciativa das mulheres do Matehackers Hackerspace. Um coletivo de mulheres que sabem e/ou estão aprendendo Python, mantendo um grupo para a troca de experiências e de aprendizados.

Outros projetos encabeçados por mulheres

Além das iniciativas 100% de mulheres, a maioria dos projetos e empresas do Vila Flores são formados por mulheres. Elas são sócias e idealizadoras de ideias nos mais variados âmbitos.

AH! Arquitetura Humana
O escritório AH! Arquitetura Humana surgiu do encontro de três arquitetos que acreditam na apropriação humana do espaço como fator fundamental para que o território cumpra o seu papel de trocas socioculturais e de afirmação da identidade local.

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Caixa do Elefante
A companhia porto-alegrense “A Caixa do Elefante Teatro de Bonecos”, fundada em 1991, é hoje uma das companhias de teatro de bonecos mais atuantes e de maior destaque no panorama artístico nacional.

Escola Convexo
A Convexo é uma iniciativa na área da educação desenvolvida por não educadores que propõe aulas com metodologias inovadoras de Comunicação, Lógica e Empreendedorismo dentro de escolas tradicionais, no turno inverso das aulas, visando desenvolver líderes de comunidades carentes.

Estúdio Hybrido
Espaço de criação planejado para abrigar projetos e ações interdisciplinares nas áreas das artes visuais, moda, dança, performance, vídeo e fotografia.

Fidedigna
Instituto de pesquisa social aplicada voltado às políticas públicas e aos empreendimentos sustentáveis através do rigor metodológico das ciências sociais.

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Nano BizTools
Produção de projetos, processos ou consultoria a partir de metodologias próprias e ferramentas e abordagens contemporâneas como design thinking, business design, frame innovation, storytelling, creative trident, gamificação, entre outras.

OM-LAB
OM-LAB (UFRGS) reúne artistas pesquisadores que abordam as transversalidades advindas dos objetos materiais e imateriais pertinentes ao meio urbano e deste em relação ao sujeito coautor, enquanto possibilidades propositivas das práticas artísticas compartilháveis.

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Re-Ciclo
A Re-ciclo realiza a coleta dos resíduos orgânicos de cidadãos em três municípios, Porto Alegre, Tramandaí em Imbé. Através de uma assinatura mensal, o cidadão recebe um baldinho para armazenar os resíduos e a Re-ciclo coleta de bicicleta para transformar em adubo.

Solabici
A Solabici fabrica bicicletas sob medida com inspiração retrô. Os quadros são construídos manualmente, possibilitando a escolha de componentes e acessórios de acordo com as particularidades de cada um.

Sopro Conteúdo Digital
A Sopro Conteúdo Digital é uma agência de marketing digital que gera conteúdo com valor e inspiração. A empresa trabalha com com texto, vídeo, design e fotografia.

 

Escrito por

Luana Fuentefria

Empreendedora da Sopro Conteúdo Digital, empresa de marketing digital encabeçada por mulheres (e também homens) e residente no Vila Flores.

Junção Makers

Na sua oitava edição, a Junção Makers reúne iniciativas de design local.

São makers ou fazedores que elevaram seus projetos pessoais a pequenos empreendimentos, sem perder o caráter sustentável e de forma a valorizar aspectos da cultura e economia locais.

Além da comercialização dos produtos, o objetivo é conectar os makers com novos materiais, processos produtivos e fornecedores de matéria prima.

 

Tudo isso se completa com bancas de gastronomia e cerveja artesanal, animada com boa música (bandas: Rock de Calcinha e Lo Charta).

 

O Evento é dia 08 de julho, das 12 às 22 horas.

Local: Vila Flores, que desde 2015 abraça o evento.

Endereço: Rua São Carlos 753.

Ingresso: R$ 5,00

 

Fábio Schmidt

fone: 51 9.9746.3116

Projetos colaborativos na prática: Arraial Vila Flores vem aí!

O inverno mal chegou mas por aqui já começamos a nos preparar para um dos maiores eventos do Vila: o Arraial!

Essa é uma das festas mais características do Vila. Isso porque ela é produzida pelos próprios residentes. São mais de 30 iniciativas que, através de um processo totalmente colaborativo, organizam a nossa Festa Junina.

Planejar um evento sem a estrutura tradicional de profissionais da área pode ser arriscado. Mas acreditamos no poder da rede, por isso dá certo. No ano passado, mais de 1,5 mil pessoas participaram do Arraial do Vila Flores.

A arrecadação dos ingressos e a venda dos produtos é revertida para melhorias estruturais do complexo arquitetônico. Nesta edição, vamos guardar o dinheiro para restaurar o galpão.

Em 2017, a nossa festa junina vai acontecer no dia 24 de junho. Programe-se!

Festa junina dos vileiros desde 2014

O Arraial nasceu da vontade de unir todas as iniciativas que residem no Vila Flores para desenvolver um projeto em conjunto. A primeira edição foi realizada em 2014.

Nesse ano, Cícero Neves do Ato Espelhado Cia Teatral foi nosso Mestre de Cerimônias e as brincadeiras para crianças e adultos no pátio foram realizadas pelos próprios residentes. Tivemos também dança de quadrilha, casamento na roça e fogueira! A trilha sonora ficou a cargo da dupla Efeméride, de Alexandre Leeh com participação de Cláudio Calcanhotto e Raul Leitão e da banda Matt & the Bayou Dogs.

O Marcelo Monteiro, do Estúdio Hybrido, fez esse vídeo que dá pra sentir o clima da festa de 2014!

A festa foi tão legal que resolvemos repetir a dose em 2015. O DJ Manoel Canepa, da Made in Brazil, colocou a galera pra dançar e tivemos os shows da Expresso Livre e da banda Bate & Sopra. Também rolaram exposições de trabalhos em Artes Visuais de Heloisa Medeiros Photography, Kelvin Koubik e José Ernani Melo Chaves.

Já na terceira edição, em 2016, fizemos a exposição de fotografias sobre a participação do Vila Flores na Bienal de Arquitetura de Veneza. Também esteve por aqui a Árvore Solar Falante – fazendo som com energia solar. Rolou fogueira com queima de obra do artista Rogério Pessôa, parte do projeto Circuito do Fogo e apresentação da banda As Três Marias com quadrilha e casamento coletivo!

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O que é um Arraial colaborativo pra gente?

Uma das regras de ouro de projetos colaborativos é: só participa quem quer contribuir. Nesse tipo de arranjo, não existe hierarquia. Todos são responsáveis pela criação de um objetivo comum. No caso do Arraial, existe somente a figura de um organizador: a Associação Cultural Vila Flores.

Ela é a responsável por sugerir reuniões gerais de alinhamento. Nesse encontro, os residentes decidem como será a organização do evento. Em 2017, os vileiros optaram por abraçar a maior parte das atividades, inclusive comes e bebes, para ajudar a girar a economia do espaço.

Como são cerca de 110 pessoas envolvidas, montamos uma planilha aberta com as funções e atividades que precisam ser executadas. Essa tabela é dividida em 3 setores, para que as pessoas demonstrem seu interesse em colocar a mão na massa, antes, durante e depois do evento.

Assim, quem quiser e puder, por exemplo, orçar o valor da atração musical, insere seu nome e se torna responsável por isso. Nesse formato horizontal e colaborativo, todos confiam que aquela pessoa vai desempenhar a atividade proposta.

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O que fazemos com o dinheiro arrecadado?

Desde a primeira edição, a ideia do Arraial foi dar um sentido de pertencimento aos residentes do Vila Flores. Ao mesmo tempo, tem por objetivo reunir verba para restaurar necessidades urgentes dos prédios e espaços do complexo.

Além de se divertir, o pessoal trabalha sabendo que está agindo por um propósito maior: uma melhoria para o coletivo.

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O dinheiro arrecadado é reinvestido na própria Associação Cultural Vila Flores e nas atividades realizadas por ela. A grana também serve para melhorias físicas dos nossos espaços. Uma das prioridades do momento é o galpão.

A ideia é transformar o ambiente em espaço multicultural, com isolamento acústico e térmico, que possibilite a realização de exposições, rodas de capoeira, apresentações artísticas, shows, peças de teatro e outros.

O melhor de tudo isso é que o galpão é um espaço aberto, com o objetivo de receber ações culturais e educativas em Porto Alegre. Ou seja, toda cidade ganha com a Festa Junina.

Então… bora pro Arraial Vila Flores?

Te esperamos com muito pinhão, quentão e pipoca. Anota na agenda e vem fazer parte de uma das festas mais colaborativas de Porto Alegre.

Link do evento: https://goo.gl/V3qNLx

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Vídeos Sem Mistério

Workshop Edição de Vídeos Sem Mistério – II Edição

Curte gravar vídeos mas não sabe o que fazer com as imagens? Quer aprender a dominar as ferramentas de edição mas se perde nas plataformas de vídeo? Não sabe qual a melhor forma de exportar um vídeo para o Youtube ou Vimeo? Então este curso foi feito pra ti!

No workshop Edição de Vídeos Sem Mistério vamos aprender todos os passos de como realizar uma montagem audiovisual no Adobe Premiere. Em um encontro dinâmico, vamos abordar os aspectos fundamentais para que você consiga deixar seu vídeo lindão. As turmas são pequenas, com foco principal na prática. A ideia é criar um ambiente orgânico e criativo, onde será valorizada a troca de experiência. Mão na massa, gente!

Quando: 17/06
Horário: 13h às 19h
Ingressos: https://goo.gl/obljNL